

Disbiose intestinal, são desbalanços da sua microbiota como SIBO e IMO que são algumas dos exemplos mais frequentes delas.
O SIBO (supercrescimento bacteriano no intestino delgado) e o IMO (supercrescimento de arqueas) são causas frequentes de sintomas que muita gente aprende a “conviver”, mas não precisa.
Quando essas bactérias ou arqueas crescem além do normal, o intestino reage com inchaço, gases excessivos, diarreia ou prisão de ventre, e uma sensação constante de que algo está errado. O problema é real, tem diagnóstico e tem tratamento.
Na consulta, investigamos a causa raiz, não só o sintoma. Isso é o que faz a diferença entre tratar de verdade e ficar no ciclo de melhora e recaída.

A Síndrome do Intestino Irritável (SII) é um dos diagnósticos mais comuns em gastroenterologia, ela causa dor abdominal, inchaço, alternância entre diarreia e prisão de ventre e uma relação difícil com a alimentação. O diagnóstico correto é o primeiro passo para sair desse ciclo.
Criamos um plano individualizado, porque o que funciona para um paciente pode não funcionar para outro. Investigamos gatilhos, ajustamos alimentação e estilo de vida e alguns casos, iniciamos medicação, podendo ser por um curto período de tempo ou de forma mais prolongada. O objetivo sempre é devolver a qualidade de vida para o paciente.

A Doença de Crohn e a Retocolite Ulcerativa são condições crônicas que afetam o trato digestivo e exigem um olhar especializado. Com o acompanhamento adequado, o nosso objetivo é controlar a doença, atingindo a remissão, reduzindo as complicações e devolver qualidade de vida para o paciente,
Além do consultório, atuo voluntariamente no ambulatório de Doenças Inflamatórias Intestinais da Santa Casa de São Paulo, o que me mantém na fronteira do conhecimento sobre essas condições.
Cada paciente é único. O plano de tratamento leva em conta sua rotina, seus exames, seu estilo de vida, e seus objetivos.

Doença Celíaca é uma condição autoimune desencadeada pelo glúten, frequentemente subdiagnosticada. Os principais sintomas são diarreia, dor abdominal e estufamento, porém existe uma parcela dos pacientes que não apresentam sintoma nenhum.
Para o diagnóstico, precisamos de endoscopia e exames de sangue. Só com isso conseguimos orientar o tratamento correto, que é a dieta isenta de gluten.
Aqui, a abordagem é baseada em exames e critérios clínicos.

As intolerâncias alimentares ocorrem quando o organismo apresenta dificuldade para digerir ou absorver determinados componentes dos alimentos, marcadas por sintomas como distensão abdominal, excesso de gases, dor, diarreia, constipação, náuseas e desconforto após as refeições. Entre as mais frequentes estão a intolerância à lactose e outras alterações relacionadas à digestão e absorção de carboidratos.
Embora os sintomas possam ser bastante incômodos, eles também podem estar presentes em outras doenças gastrointestinais. Por isso, o diagnóstico deve ser realizado de forma criteriosa, por meio de uma avaliação clínica detalhada e, quando necessário, exames específicos.
Com o diagnóstico correto, é possível controlar os sintomas sem restrições alimentares desnecessárias, adotando um plano de tratamento individualizado que preserve a saúde intestinal, a qualidade de vida e uma alimentação equilibrada.

O refluxo acontece quando o ácido do estômago sobe para o esôfago, causando azia, queimação, regurgitação e, em alguns casos, sintomas menos óbvios como tosse crônica e rouquidão.
Tratado adequadamente, o refluxo não precisa limitar sua vida. Investigamos a causa, avaliamos a necessidade de exames complementares e montamos um plano com ajustes práticos do dia a dia e medicação correta, sem exageros nem tratamento insuficiente.
Dra. Anelisa
Gastroenterologista
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O refluxo acontece quando o ácido do estômago sobe para o esôfago, causando azia, queimação, regurgitação e, em alguns casos, sintomas menos óbvios como tosse crônica e rouquidão.
Tratado adequadamente, o refluxo não precisa limitar sua vida. Investigamos a causa, avaliamos a necessidade de exames complementares e montamos um plano com ajustes práticos do dia a dia e medicação correta, sem exageros nem tratamento insuficiente.
A Doença Celíaca é uma condição autoimune desencadeada pelo glúten, frequentemente subdiagnosticada. As intolerâncias alimentares ,como à lactose, têm causas específicas e diagnóstico preciso.
O problema é que muita gente elimina alimentos por conta própria sem investigação adequada, acumulando restrições desnecessárias que prejudicam a qualidade de vida e a nutrição.
Aqui, a abordagem é baseada em exames e critérios clínicos.
A Doença de Crohn e a Retocolite Ulcerativa são condições crônicas que afetam o trato digestivo e exigem um olhar especializado. Com o acompanhamento certo, é totalmente possível controlar a inflamação, reduzir as crises e ter qualidade de vida.
Além do consultório, atuo voluntariamente no ambulatório de Doenças Inflamatórias Intestinais da Santa Casa de São Paulo, o que me mantém na fronteira do conhecimento sobre essas condições.
Cada paciente é único. O plano de tratamento leva em conta sua rotina, seus exames, seu estilo de vida, e seus objetivos.
A Síndrome do Intestino Irritável (SII) é um dos diagnósticos mais comuns em gastroenterologia, ela causa dor abdominal, inchaço, alternância entre diarreia e prisão de ventre e uma relação difícil com a alimentação. O diagnóstico correto é o primeiro passo para sair desse ciclo.
Criamos um plano individualizado, porque o que funciona para um paciente pode não funcionar para outro. Investigamos gatilhos, ajustamos alimentação quando necessário e, se for o caso, incluímos suporte para o lado emocional do intestino.
O SIBO (supercrescimento bacteriano no intestino delgado) e o IMO (supercrescimento de arqueas) são causas frequentes de sintomas que muita gente aprende a “conviver”, mas não precisa.
Quando essas bactérias ou arqueas crescem além do normal, o intestino reage com inchaço, gases excessivos, diarreia ou prisão de ventre, e uma sensação constante de que algo está errado. O problema é real, tem diagnóstico e tem tratamento.
Na consulta, investigamos a causa raiz, não só o sintoma. Isso é o que faz a diferença entre tratar de verdade e ficar no ciclo de melhora e recaída.